SAÚDE BUCAL

“Garantir uma rede de atenção básica articulada com toda a rede de serviços e como parte indissociável desta; [...] assegurar a integralidade nas ações de saúde bucal, articulando o individual com o coletivo, a promoção e a prevenção com o tratamento e a recuperação da saúde da população adstrita.” Diretrizes da Política Nacional de Saúde Bucal

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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Destaque para municípios catarinenses no prêmio “Brasil Sorridente”


A entrega do Prêmio Brasil Sorridente 2012, foi realizada no último sábado (14), no Rio de Janeiro. O evento fez parte das comemorações de aniversário de instituição dos CROs, no Rio de Janeiro. Entre o representantes de Santa Catarina, estiveram presentes o Presidente do CRO/SC, Élito Araújo; Sérgio Abraham, Membro da Comissão de Comissão do Prêmio Brasil Sorridente do CFO, Murilo Rosa, da ABO-SC, e  João Carlos Caetano, Presidente da Comissão do Prêmio Brasil Sorridente do CRO-SC. Também participaram da cerimônia representantes dos três municípios catarinenses – Florianópolis, Criciúma e Porto União – que tiveram desempenho de destaque no Brasil Sorridente.


Grupo I – Municípios até 50.000 habitantes:

1º lugar – Itanhandu (MG)
2º lugarPorto União (SC)
3º lugar – São Gonçalo do Amarante (CE)
4º lugar – Santa Luzia do Itanhi (SE)
5º lugar – Itambé (PR)
6º lugar – Amambaí (MS)
7º lugar – Capivari (SP)
8º lugar – Novo Machado (RS)
9º lugar – Condado (PE)
10º lugar – Alta Floresta (MT)
11º lugar – Porto Real (RJ)
12º lugar – São Bento (PB) e Macaíba (RN)

Grupo II – Municípios de 50.001 até 300.000 habitantes:

1º lugar – Corumbá (MS)
2º lugar – Estância (SE)
3º lugar – Resende (RJ)
4º lugarCriciúma (SC)
5º lugar – Patrocínio (MG)
6º lugar – Marília (SP)
7º lugar – Castro (PR)
8º lugar – Marituba (PA)
9º lugar – Petrolina (PE)
10º lugar – Cabedelo (PB)
11º lugar – Camaçari (BA)
12º lugar – Caraúbas (RN)

Grupo III – Municípios acima de 300.00 habitantes:

1º lugar – Curitiba (PR)
2º lugar – Aracaju (SE)
3º lugar – São José do Rio Preto (SP)
4º lugar – Ananindeua (PA)
5º lugarFlorianópolis (SC)
6º lugar – Vila Velha (ES)
7º lugar – Caruaru (PE)

Brasil Sorridente 2012


Prêmio foi entregue no dia 14 de abril no Rio de Janeiro

Três municípios catarinenses – Criciúma, Florianópolis e Porto União – tiveram desempenho de destaque ficando entre os cinco primeiros colocados no Prêmio Brasil Sorridente 2012.  O prêmio foi nstituído em 2005 pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO), através da Resolução nº 065/2005, com o objetivo de incentivar as Prefeituras e premiar anualmente o município brasileiro que mais se destacar no atendimento odontológico da rede pública de saúde. O o prêmio foi entregue dia 14, durante as comemorações de aniversário da instituição dos CROs, no Rio de Janeiro. Entre os integrantes da comitiva catarinense, que irá participar da cerimônia, está o Presidente do CRO-SC, Profº Dr. Élito Araújo.
O prêmio é uma forma de avaliar o atendimento odontológico da rede pública de saúde e serve de exemplo e motivação para as cidades vizinhas daquelas que estão recebendo a distinção.  “A iniciativa é importante porque valoriza os projetos realizados pelo serviço público na área de odontologia”, afirma João Carlos Caetano, que preside a comissão do CRO-SC responsável pela análise dos cases e escolha dos selecionados.
Porto União, Criciúma e Florianópolis foram os municípios catarinenses que se destacaram nacionalmente. O município de Porto União ficou em segundo lugar no grupo das cidades até 50 mil habitantes; Criciúma em quarto lugar entre os municípios até 300 mil habitantes e Florianópolis em quinto em sua categoria (acima de 300 mil moradores). O vencedor em cada uma das categorias recebe um consultório odontológico completo; do segundo ao quinto lugar, uma placa alusiva, e os demais participantes um diploma.
Entre os critérios de avaliação, ao todo 10, estão a relação entre a população, o número de cirurgiões-dentistas da rede pública e a carga horária mensal de trabalho, a cobertura populacional alcançada pelas equipes de saúde bucal e o menor índice de cárie dental em estudantes até 12 anos, segundo normas da Organização Mundial da Saúde (OMS).
“Este prêmio é importante porque valoriza os projetos realizados pelo serviço público na área de odontologia”, afirma João Carlos Caetano, que preside a comissão do CRO-SC responsável pela análise dos cases e escolha dos selecionados. “Além disso, tem ainda o efeito demonstração, já que serve de exemplo e motivação para as cidades vizinhas daquelas que estão recebendo distinção”, diz ele, que é professor doutor na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e coordenador de Saúde Bucal da Secretaria Estadual de Saúde
Além de João Carlos Caetano, que é professor doutor na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e coordenador de Saúde Bucal da Secretaria Estadual da Saúde, fazem parte da comissão os professores doutores Ana Lúcia S. Ferreira de Mello, Calvino Reibnitz Júnior, Daniela G. Neumann e Mirelle Finkler.
A premiação é comemorativa à instituição dos Conselhos Regionais (CROs), que data de abril de 1968 e por isso é entregue neste mês. O vencedor de cada uma das categorias recebe um consultório odontológico completo; do segundo ao quinto lugar, uma placa alusiva e os demais participantes um diploma.
Ao todo, são dez critérios que devem ser atendidos como, por exemplo: a relação entre a população, o número de cirurgiões dentistas da rede pública e a carga horária mensal de trabalho, a cobertura populacional alcançada pelas equipes de saúde bucal e o menor índice de cárie dental em estudantes até 12 anos, segundo normas da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Florianópolis é considerada a quinta melhor cidade acima de 300 mil habitantes nos serviços de saúde bucal do país. Mas já foi muito melhor: nos dois últimos anos era a segunda. A chefe do Departamento de Saúde Bucal do município, Marynes Reibnitz, diz que o trabalho não decaiu.

- O concurso ficou reconhecido e mais municípios passaram a participar. Os nossos projetos continuam se destacando. Temos atendimento emergencial nas unidades de pronto atendimento do Sul e Norte da ilha, especialistas nas policlínicas do Continente e Centro e o agendamento do serviço básico é feito semanalmente.
Também é relevante o índice médio de cárie nas crianças com 12 anos: é de 0,77 dente por morador da faixa etária, ou seja: menos de um dente.
Na primeira infância, existe um programa específico. Quando nascem, os bebês recebem atenção já na maternidade. As mães são orientadas sobre a higiene bucal do filho. Têm garantido o primeiro atendimento um mês depois e retorno semestral até os seis anos de idade. Quando entram na escola, recebem orientações e kits com escova, fio e pasta dental.

Revista CRO-SC. Ano 2, n. 2. 2012
Diário Catarinense, 14 de abril. 2012

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

SAÚDE BUCAL: Brasil Sorridente Indígena pretende zerar necessidades odontológicas nas aldeias



LOC/REPÓRTER: Dentistas capacitados prontos para cuidar da saúde bucal de índios nas aldeias mais distantes. Esse é o objetivo da oficina de capacitação de profissionais do Brasil Sorridente Indígena, realizada pela Secretaria Especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde. Fazem parte da qualificação os profissionais de saúde bucal de três Distritos Especiais de Saúde Indígena, entre eles, Xavante, no Mato Grosso, Alto Rio Solimões, no Amazonas e Alto Rio Purus, no Acre. O técnico da Coordenação Geral da Atenção Primaria à Saúde Indígena, André Martins, afirma que essa é a primeira política nacional elaborada especificamente para tratar da saúde bucal desses povos. O coordenador explica como vão funcionar as duas fases do projeto.

TEC/SONORA: técnico da Coordenação Geral da Atenção Primaria à Saúde Indígena do Ministério da Saúde – André Martins
"Na primeira fase nós vamos entrar com o esforço concentrado no sentido de zerar as necessidades odontológicas acumuladas historicamente. A fase dois do programa é a proposta de reorganizar o modelo de atenção á saúde por meio do investimento em equipamentos odontológicos aplicados a cada realidade indígena".

LOC/REPÓRTER: O coordenador responsável pelo Programa da Saúde Bucal, no Distrito Especial de Saúde Indígena no Alto Rio Solimões no Amazonas, Roberto Carlos da Silva Veloso, ressalta que a iniciativa a partir de agora vai facilitar o acesso às aldeias.

TEC/SONORA: coordenador responsável pelo Programa da Saúde Bucal, no Distrito Especial de Saúde Indígena no Alto Rio Solimões - Amazonas.
"As aldeias que a gente estava com dificuldade de atender a gente vai atender com mais facilidade agora. O projeto prevê tudo, essa estratégia de levar o atendimento para aquelas pessoas que estavam fora do sistema do serviço".

LOC/REPÓRTER: Ao todo, serão investidos mais de quarenta milhões de reais para a contratação de profissionais, aquisição de consultórios portáteis, equipamentos de apoio e material de consumo.

Reportagem, Alexandre Penido

Produção da Web Rádio Saúde/Agência Saúde - Ascom/MS
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INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Todos os 49 (quarenta e nove) Centros de Saúde de Florianópolis possuem atendimento odontológico. São realizadas atividades de prevenção como profilaxias, aplicação de selantes e de flúor gel, restaurações dentárias, extrações.

No ano de 2008 foram realizados mais de 140.000 procedimentos odontológicos pelos 85 (oitenta e cinco) Cirurgiões-Dentistas dos Centros de Saúde.

Atendimento domiciliar com equipo portátil

As equipes de Saúde Bucal dos Centros de Saúde têm disponíveis equipamentos odontológicos portáteis para auxiliar em atendimentos domiciliares para pacientes acamados, quando não é possível que estes pacientes vão às unidades de saúde para receberem o atendimento.

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